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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Mercado mantém expectativa de PIB e inflação em 2009

Fonte: Reuters
O mercado financeiro manteve previsão para a performance da economia e para a inflação no fim do ano, enquanto reduziu prognóstico para as mesmas variáveis em 2010, segundo relatório Focus divulgado nesta segunda-feira.

A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2009 permaneceu em queda de 0,34 por cento, mas o cenário para 2010 piorou levemente, apontando crescimento de 3,50 por cento ante expansão de 3,60 por cento na semana anterior.

Para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano, o relatório apontou 4,53 por cento, mantendo a previsão da semana anterior, enquanto o prognóstico para o ano que vem caiu de 4,41 para 4,40 por cento.

Os dois números estão abaixo do centro da meta perseguido pelo governo, de 4,50 por cento.

A estimativa para a taxa Selic no fim deste ano permaneceu em 8,75 por cento. O cenário para 2010, contudo, passou de 9,38 para 9,25 por cento.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Copom corta juro a 8,75% e sinaliza pausa

Fonte: Reuters
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu nesta quarta-feira o juro básico brasileiro em 0,5 ponto percentual e sinalizou uma pausa no atual ciclo de cortes, como o mercado esperava.

"O comitê avalia, neste momento, que esse patamar de taxa básica de juros é consistente com um cenário inflacionário benigno, contribuindo para assegurar a convergência da inflação para a trajetória de metas ao longo do horizonte relevante, bem como para a recuperação não inflacionária da atividade econômica", afirmou o comitê no comunicado.

Pesquisa da Reuters da semana passada mostrou que 32 de 34 economistas consultados esperavam a redução para 8,75 por cento agora --dois acreditavam num corte de apenas 0,25 ponto-- e 24 deles acreditavam que a taxa seguiria assim pelo restante do ano.

"O comunicado foi bastante incisivo em mostrar que o ciclo de flexibilização monetária acabou", resumiu Roberto Padovani, economista-chefe do WestLB.

Mas o mercado acredita que o Banco Central também deixou uma porta aberta para novos cortes, caso o cenário mude.

"O comunicado não descarta novos cortes, uma vez que o Banco Central afirma que 'neste momento' a taxa básica de juros é consistente", argumentou Marcelo Portilho, estrategista da CM Capital Markets.

"Nada impede que ele volte a flexibilizar a Selic se as perspectivas para a economia voltarem a piorar no exterior e isso levar à percepção de menor pressão inflacionária", acrescentou.

A decisão não deve trazer grande impacto sobre o mercado de juros na quinta-feira.

"O Copom agiu de acordo com as expectativas do mercado, que antecipava essa ação, não introduzindo volatilidade na abertura do mercado de juros", previu Marcelo Castello Branco, economista-chefe do BR Investimentos.

O quinto corte sucessivo da Selic foi decidido de maneira unânime pelo colegiado do BC.

A próxima reunião do Copom está agendada para 1 e 2 de setembro.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Juro do cheque especial cai para 7,54% a.m. em junho, menor taxa desde 1995

Fonte: InfoMoney
A taxa de juros do cheque especial chegou a 7,54% ao mês em junho, a menor identificada desde 1995, quando se iniciou a apuração das taxas pela Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (15) pela associação, houve uma redução de cinco pontos-base na taxa de juros do cheque especial entre o quinto e o sexto meses do ano, já que em maio ela era de 7,59% ao mês.

O coordenador do trabalho e vice-presidente da Anefac, Miguel de Oliveira, atribui este comportamento à redução da taxa básica de juros (Selic), bem como à melhora do cenário econômico, que foi afetado em setembro do ano passado pela crise.

Segundo Oliveira, a pesquisa mostra retorno das condições de crédito ao período pré-crise. "Em nossa opinião, as taxas de juros das operações de crédito, bem como as condições de crédito - ampliação dos prazos, aumento do volume emprestado, maior flexibilidade -, deverão melhorar neste segundo semestre".

Outras taxas

No caso dos juros do comércio, a taxa passou de 6,10% ao mês para 6,06% ao mês entre maio e junho, para a menor taxa desde o quinto mês do ano passado (6,05% ao mês). O cartão de crédito permaneceu com os juros estáveis em 10,68%, a menor taxa desde julho de 2000, quando era de 10,7% ao mês.

No caso do crédito direto ao consumidor com bancos, a taxa de juros média ficou estável em 2,78% ao mês entre maio e junho, a menor taxa da série histórica, ou desde 1995, como no caso do cheque especial.

Em empréstimos pessoais em bancos, a taxa passou de 5,36% para 5,30% mensais, para a menor desde abril de 2008, quando era de 5,29% ao mês. Nas financeiras, o mesmo tipo de empréstimo teve redução dos juros de 11,19% para 11,17%, para a menor taxa também desde abril de 2008 (1,16% ao mês).

Desta forma, a taxa de juros média para pessoa física passou de 7,28% ao mês em maio para 7,26% ao mês em junho, a menor desde abril do ano passado, quando estava em 7,25% ao mês.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Selic cai a um dígito após decisão surpreendente do BC

Fonte: Reuters
O Banco Central reduziu em 1,0 ponto percentual a taxa básica de juro brasileira, para 9,25 por cento ao ano. A decisão, tomada por seis votos a dois, colocou a Selic em um dígito pela primeira vez na história.

O quarto corte sucessivo do juro básico repetiu o ritmo da última decisão e foi mais agressivo que o esperado pela maioria dos analistas, principalmente depois da divulgação de uma contração menos severa da economia brasileira no primeiro trimestre.

Mas, em comunicado, o Comitê de Política Monetária (Copom) indicou que eventuais cortes adicionais da Selic serão menos agressivos a partir de agora.

"Levando em conta que mudanças da taxa básica de juros têm efeitos sobre a atividade econômica e sobre a dinâmica inflacionária que se acumulam ao longo do tempo, o comitê concorda que qualquer flexibilização monetária adicional deverá ser implementada de maneira mais parcimoniosa", afirmou o Copom após a decisão desta quarta-feira.

Os dois votos dissidentes defendiam um corte menor da Selic, de 0,75 ponto percentual, informou o BC.

"Foi uma surpresa, uma vez que os números já mostram uma recuperação (da economia) e a inflação vem apresentando alguma rigidez. O BC deve ter olhado para o hiato do produto, o comportamento da capacidade instalada e que não haverá problema com a inflação", comentou José Carlos Faria, economista-chefe do Deutsche Bank.

"O comunicado reforça a expectativa do mercado de que ele deve aliviar o ritmo de cortes em julho."

Pesquisa da Reuters feita na última semana mostrou que 19 de 30 instituições previam corte de 0,75 ponto. Dez previam um novo corte de 1,0 ponto e um acreditava em redução de 0,5 ponto.

Na terça-feira, após o anúncio de que o Produto Interno Bruto brasileiro se contraiu menos do que o esperado por analistas no primeiro trimestre, a curva de juros futuro mostrou uma elevação das apostas de corte de 0,5 ponto.

"O Copom deu sinal desencontrado ao mercado. Ao mesmo tempo em que cortou o juro de forma mais agressiva do que o mercado esperava, mostrou que novos cortes mais para a frente serão mais difíceis", afirmou Tatiana Pinheiro, economista do Santander.

"Isso significa que eles podem estar vendo a atividade econômica mais fraca do que o mercado e um cenário de inflação mais tranquilo."

Com a decisão, a taxa caiu ao menor nível desde que a Selic passou a ser usada como meta da política monetária, em 1999.

RECESSÃO

O PIB brasileiro encolheu 0,8 por cento no primeiro trimestre na comparação com os três meses imediatamente anteriores. Frente ao mesmo período de 2008, a queda foi de 1,8 por cento.

Apesar de ter configurado uma recessão técnica no país, os números foram melhores que a estimativa de analistas e, na opinião de alguns, afastou o risco de uma queda do PIB no ano.

A inflação, enquanto isso, está acima do centro da meta, mas em desaceleração. O IPCA acumula alta de 5,20 por cento em 12 meses, acima do centro da meta de 4,5 por cento.

O BC já reduziu a Selic em 4,50 pontos percentuais desde janeiro. A próxima reunião do Copom está agendada para 21 e 22 de julho.

Real é moeda mais valorizada em 5 anos

Fonte: DiárioNet

O real é a moeda que mais se valorizou nos últimos cinco anos, de acordo com estudo do economista-chefe da RC Consultores, Marcel Pereira. Nesse período, a valorização acumulada do real frente ao dólar chega a quase 30% (já foi de mais de 60% no período acumulado da “bolha de Wall Street”, entre janeiro de 2005 e julho de 2008).

De janeiro de 2005 e junho de 2009, o real se valorizou 28,5%, informa Pereira. No mesmo período, o yuan, moeda chinesa, teve uma valorização de 17,6% ante o dólar. O iene, moeda japonesa, valorizou-se 7,0%, o euro, 5,3%, e o peso chileno, 2%. Já o peso argentino e o peso mexicano se desvalorizaram em relação à moeda norte-americana: 26,0% e 18,2%, respectivamente.

De acordo com o economista, parte desse processo de forte valorização é decorrência de o País haver recuperado credibilidade no mercado internacional, aumentando a capacidade de atrair capital estrangeiro, e ter diminuído sua vulnerabilidade macroeconômica, reduzindo o déficit fiscal e o endividamento relativo, com melhora do perfil da dívida mobiliária.

"Parte do processo é conseqüência, porém, de um descasamento das políticas monetária e fiscal. Como conseqüência, houve um ganho excessivo de valor por parte da moeda brasileira, o que, por conseqüência, encarece as exportações
brasileiras", observou o economista da RC.

"Estando a taxa internacional de juros próxima a zero e o risco-Brasil abaixo dos 300 pontos-base, o Brasil pode, calculadamente, praticar uma taxa nominal de juros próxima a 9,0% ao ano, sem qualquer ameaça à estabilidade de preços.
A apreciação da taxa de câmbio, com desaceleração econômica, dá maior espaço para que o Comitê de Política Monetária do Banco Central não economize em cortes da taxa Selic. O ideal, portanto, seria um corte em 100 pontos-base", conclui Pereira.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Queda no PIB brasileiro foi menor que a registrada em outros países

No Brasil, queda foi de 0,8% frente ao último trimestre de 2008.
Declínio foi mais acentuado em países como Estados Unidos e Alemanha.
Fonte: G1
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira (9) que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 0,8% no primeiro trimestre deste ano, frente ao trimestre anterior. Foi a segunda queda trimestral consecutiva, o que levou o país a entrar em recessão técnica.
Apesar da queda, o resultado da economia brasileira foi mais positivo do que o registrado em diversos países do globo no mesmo período. Confira abaixo.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Copom, PIB e IPCA movimentam a semana

Fonte: Valor Online
Os eventos do mercado interno são destaque na agenda de indicadores da segunda semana de maio. O foco recai na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que na quarta-feira à noite deve anunciar nova redução na taxa Selic. Antes disso, os agentes conhecem o desempenho da economia brasileira no primeiro trimestre.

Além dos tradicionais boletim Focus, Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) e saldo da balança comercial, a segunda-feira reserva o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI). A estimativa sugere deflação de 0,5% a 0,7%

O dia ainda reserva o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) referente a maio e a Pesquisa de Estoques referentes ao segundo semestre de 2008.

Na terça-feira, atenções voltadas para o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no primeiro trimestre deste calendário. Estimativas sugerem contração de 2,1% sobre o quarto trimestre de 2008, o que colocaria a economia brasileira em recessão técnica. Também será divulgado o IPC da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Na quarta-feira, antes da decisão do Copom, os investidores recebem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio e a primeira prévia o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M).

No lado externo, o dia reserva a balança comercial de abril dos EUA e o Livro Bege do Federal Reserve (Fed), banco central americano. Na quinta-feira, os mercados não operam no Brasil em função de feriado, mas nos EUA serão conhecidas as vendas varejistas de maio, os estoques nas empresas em abril e os pedidos semanais por seguro-desemprego.

Na sexta-feira, estão previstas as apresentações do índice de preços de importação e da preliminar da confiança do consumidor em junho calculada pela Universidade de Michigan.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

BC corta Selic em 1,0 ponto, para menor nível histórico

Fonte: Reuters
O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu em 1,0 ponto percentual a taxa básica de juro brasileira, para 10,25 por cento ao ano, em decisão unânime e em linha com as expectativas do mercado.

O terceiro corte sucessivo da taxa foi inferior ao promovido em março, de 1,5 ponto, mas levou a Selic ao menor patamar da história.

A decisão se deu "avaliando o cenário macroeconômico e visando ampliar o processo de distensão monetária", afirmou o Copom em breve comunicado nesta quarta-feira.

Pesquisa da Reuters feita na última semana mostrou que 19 de 30 instituições já previam corte de 1,0 ponto. Oito previam um novo corte de 1,5 ponto e três acreditavam em redução de 1,25 ponto.

A avaliação predominante de analistas era de que sinais recentes de recuperação da economia brasileira, ainda que tênues, justificariam um corte menor da taxa básica de juros.

"O mais importante sobre a decisão do Copom é a sinalização contida no comunicado, e o comentário enxuto mostra que o BC quer deixar as portas abertas para fazer o que tiver que ser feito na próxima reunião", afirmou Roberto Padovani, economista-chefe do WestLB.

A próxima reunião do Copom está agendada para os dias 9 e 10 de junho.

O segundo dia de reunião do Copom durou pouco mais de duas horas. Quando assessores do Banco Central já se preparavam para ler o comunicado com a decisão a jornalistas reunidos em Brasília, um telefonema interno acabou provocando atraso na divulgação.

Mais tarde, a assessoria esclareceu que a área de logística do BC quis se assegurar que a divulgação seria feita concomitantemente no site da instituição.

Após a decisão do BC, alguns bancos --como Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Bradesco-- anunciaram leve redução nas taxas de empréstimos.

A produção industrial brasileira cresceu ligeiramente em janeiro e fevereiro frente aos meses anteriores, após sofrer queda de 12,7 por cento em dezembro, segundo dados do IBGE. As vendas no varejo também apontam leve recuperação na margem.

A inflação de curto prazo, por outro lado, segue comportada. Em março, o IPCA, usado como parâmetro para as metas de inflação do governo, subiu 0,2 por cento --a menor variação em mais de um ano e meio.

Na semana passada, contudo, o presidente do BC, Henrique Meirelles, disse considerar "intrigante" que as expectativas de inflação não estejam caindo na mesma velocidade das do crescimento do PIB.

O mercado prevê que a inflação ficará em 4,25 por cento este ano e em 4,42 por cento em 2010, segundo a última sondagem do BC. Nos dois casos, o indicador estará abaixo do centro da meta, de 4,5 por cento.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Depois da Selic, governo discute queda na TJLP

Fonte: Agência Estado

Depois da queda de 1,5 ponto porcentual na taxa básica de juros, a Selic, o governo discute agora a revisão da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), usada como referência para os empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No próximo dia 26, o Conselho Monetário Nacional (CMN), formado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, além do presidente do Banco Central, decidem se a taxa permanece nos atuais 6,25%. Nos bastidores, há expectativa de corte de até 0,5 ponto porcentual para o período de abril a junho. Em agosto de 2007, a TJLP caiu de 6,5% para 6,25%, nível mantido há 19 meses.

A taxa, reajustada trimestralmente, é calculada com base, principalmente, do comportamento e da inflação e dos juros, e nas expectativas futuras desses dois fatores. A arrecadação da TJLP remunera os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) principal fonte de recursos do banco, no limite de 6% ao ano. Atualmente, os 0,25% restantes são usados na capitalização do BNDES.

Superávit primário

A redução do superávit primário (economia que o governo faz para pagamento de juros da dívida), como reação à crise econômica, já é bem aceita tanto por economistas desenvolvimentistas como por ortodoxos, em um consenso raro no debate econômico no Brasil. Mas, enquanto os primeiros veem a queda do primário como peça de uma política fiscal anticíclica (que se contrapõe à contração) que pode ter um efeito significativo para relançar a economia, os ortodoxos são mais céticos - para eles, o espaço para estímulo fiscal é pequeno, e há riscos de se criar despesas permanentes que podem ser prejudiciais ao crescimento no médio e longo prazos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 11 de março de 2009

PIB do Brasil é o pior dos Brics

Fonte: Agência Estado

O resultado do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que recuou 3,6% no último trimestre em relação ao perído imediatamente anterior, é o pior até agora entre os países do Bric (bloco formado por Brasil, Rússia, Índia e China). A queda é ainda superior à redução do PIB da Europa. "O resultado é chocante", afirmou o alemão Heiner Flassbeck, economista-chefe da Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Desenvolvimento e Comércio.

Os dados do Brasil ficam piores na comparação anualizada. Na China, o crescimento no quarto trimestre (anualizado) foi de 6,5%. A Índia cresceu 5,3%, menos que a previsão de 7,6%. Se o recuo de 3,6% do PIB brasileiro no quarto trimestre de 2008 for anualizado, pode significar uma queda de 13,6% da atividade econômica em 2009. Já a Rússia sofre tanto com a queda do preço do petróleo como com a redução da demanda na Europa para suas exportações. O resultado é um crescimento previsto ainda de 2% para os últimos três meses de 2008. Para 2009, a previsão é de que a economia russa sofra uma contração de até 0,7%.

O resultado brasileiro é ainda pior que a queda do PIB na Europa no quarto trimestre de 2008. A média da redução foi de 2,4% e pôs a Europa em uma recessão, fez a inflação despencar e está levando ao desemprego mais de 12 mil pessoas diariamente nos 27 países da União Europeia (UE). Entre os 16 países que usam o euro (zona do euro), a queda foi de 1,5% entre outubro e dezembro do ano passado.

Com o recuo, o Brasil ocupará a quarta posição no ranking de crescimento do PIB com base no desempenho do quarto trimestre projetado para este ano, segundo a consultoria Austin Rating. Esse ranking é liderado pela Tailândia, com recuo de 22,2% do PIB projetado para 2009, seguido pela Coreia (-20,8%) e Cingapura (-16,4%). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

terça-feira, 10 de março de 2009

IBGE: PIB per capita sobe 4% em 2008 para R$ 15.240

Fonte: Agência Estado

O Produto Interno Bruto (PIB) por habitante no Brasil ficou em R$ 15.240,00 em 2008, o que representou uma alta de 4% em relação ao PIB per capita do ano anterior. Em 2007, a expansão do PIB per capita havia sido um pouco maior, de 4,5%, em relação a 2006. O IBGE fez o cálculo por habitante foi feito a partir da divisão do valor do PIB brasileiro em 2008, de R$ 2,9 trilhões, pela população residente na metade do ano, de 189,6 milhões de habitantes.

A gerente de contas trimestrais do IBGE, Rebeca Palis, disse que o aumento do PIB per capita foi menor no ano passado do que no ano anterior porque acompanhou a pequena desaceleração no próprio crescimento do PIB, que havia sido de 5,7% em 2007 e passou para 5,1% em 2008.

Economia do Brasil tem expansão de 5,1% em 2008

Fonte: Valor Online
O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encerrou o ano de 2008 com crescimento acumulado de 5,1% sobre 2007. Em valores correntes, a produção nacional de riquezas somou R$ 2,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Foram R$ 2,4 trilhões em Valor Adicionado (atividades econômicas) e R$ 500 bilhões em Impostos sobre Produtos.

Por atividade, a Agropecuária foi a que teve maior taxa de crescimento no ano passado, de 5,8%, para uma geração de valor de R$ 163,5 bilhões. Os destaques foram o aumento de 47,5% na produção de trigo e de 25% na de café, entre outras contribuições positivas. Por outro lado, houve queda na safra de fumo (-6,9%), algodão herbáceo (-2,4%) e mandioca (-1,3%).

A indústria cresceu 4,3% em 2008, com Valor Adicionado de R$ 682,5 bilhões, puxada principalmente pela expansão de 8% na Construção Civil. Serviços públicos (eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana) cresceram 4,5% e a extração mineral subiu 4,3%, influenciada pelo aumento de 5,2% na produção de petróleo e gás. A indústria de transformação cresceu 3,2% no acumulado de 2008.

Os Serviços cresceram 4,8% e foram o de maior geração de valor no PIB do ano passado, com R$ 1,595 trilhão. Destacaram-se os setores de Intermediação Financeira e Seguros (9,1%), Serviços de Informação (8,9%) e Comércio (6,1%).

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu pelo quinto ano consecutivo, aumentando 5,4% em 2008 e atingindo R$ 1,753 trilhão. O consumo do governo subiu ainda mais, elevando-se em 5,6%, para R$ 584,4 bilhões. A Formação Bruta de Capital Fixo, indicativo dos investimentos, alcançou R$ 548,8 bilhões após crescer 13,8% - " a maior taxa de crescimento anual desde o início da série em 1996 " , diz o relatório do IBGE. No setor externo, as exportações de bens e serviços caíram 0,6% e as importações saltaram 18,5%. " Ressalta-se que desde 2006 o crescimento das exportações é inferior ao das importações " , frisa o instituto.

domingo, 1 de março de 2009

Crescimento do Brasil será 'acima da média', diz Meirelles em Portugal

Ele admitiu, porém, revisão da projeção de expansão do PIB.
Presidente do BC diz que reservas em dólar beneficiam o país.
Fonte: Reuters

A economia do Brasil está em uma posição forte para resistir à crise financeira e vai crescer acima da média mundial neste ano, disse o presidente do Banco Central brasileiro, Henrique Meirelles, no domingo (1º), em Portugal.

"Estamos no processo de rever as nossas previsões, mas a nossa estimativa é que nós vamos crescer acima da média mundial", disse Meirelles a jornalistas durante uma reunião do Congresso Ibero-Americano de autoridades de finanças, no país europeu.

Ele disse que a economia brasileira estava em uma forte posição financeira, com US$ 200 bilhões em reservas cambiais líquidas. "Isso permitirá ao país enfrentar escassez de finanças internacionais", afirmou.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Dados de inflação são destaque na quinta-feira

Fonte: Valor Online
A quinta-feira tem uma série de indicadores na agenda, mas nenhum de acentuada representatividade. O destaque recai nos dados de inflação no mercado interno.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) traz o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de fevereiro. A previsão é de que a inflação no atacado tenha fechado o mês com alta de 0,42%, seguindo deflação de 0,44% em janeiro.

A FGV também divulga a variação semanal no Índice de Preços ao Consumidor (IPC). Para o Banco Fator, o indicador deve apontar alta de 0,46%, recuando de 0,59%.

A agenda interna também traz a nota de política monetária e operações de crédito referente ao mês de janeiro e o Banco Central (BC) divulga o fluxo cambial parcial.

No front corporativo, SulAmérica e Nossa Caixa divulgam resultados trimestrais.

No mercado de câmbio, o BC tem agendado leilão de linha, no qual oferta dólares com compromisso de recompra.

Nos Estados Unidos, a atenção volta-se para a venda de imóveis novos. Também saem as encomendas por bens duráveis e pedidos semanais por seguro-desemprego.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Semana reserva indicadores de inflação no Brasil e PIB dos EUA

Fonte: Valor Online
Os investidores brasileiros voltam do feriado de carnaval e, além de ajustar posições com relação as outros mercados globais - que sofreram altos e baixos nos último dois dias -, encaram uma carregada agenda de indicadores no que resta da semana.

Ontem à noite, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez discurso no Congresso e disse que os EUA podem reduzir gastos em até US$ 2 trilhões nos próximos 10 anos, incluindo programas de educação mal sucedidos e subsídios ao agronegócio. Ele adiantou também que o socorro financeiro a bancos vai custar mais do que o estimado anteriormente, mas que os depósitos estão assegurados.

Antes o presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, já havia discursado pela manhã afirmando que o país pode superar o processo de recessão ainda neste ano. Ele negou a intenção de nacionalização de grandes bancos como Citigroup. Como resposta, as bolsas americanas avançaram depois de terem caído na segunda-feira ao menor nível em 12 anos.

Na quarta-feira, a agenda reserva o boletim Focus do Banco Central (BC) e a venda imóveis usados nos EUA durante o mês de janeiro.

Amanhã, a atenção vai para o Índice Geral de Preços - Mercados (IGP-M) de fevereiro e para a variação semanal no Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

No front externo, saem as vendas de casas novas nos EUA e os pedidos por bens duráveis, ambos indicadores referentes ao mês de janeiro.

Já na sexta-feira, o foco está na segunda preliminar do PIB americano. Também será divulgado o índice de confiança do consumidor da Universidade do Michigan. Por aqui, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apresenta seu IPC.

No front corporativo, são aguardados os resultados de Nossa Caixa, TIM, SulAmérica, Porto Seguro, Lupatech e Confab. O desempenho do Banco Itaú, cujo lucro consolidado caiu de R$ 8,4 bilhões em 2007 para R$ 7,8 bilhões em 2008, também deve movimentar os negócios.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Semana termina com números de inflação

Investidor deve ficar atento para IPCA-15 no Brasil e inflação ao consumidor nos EUA
Fonte: Agência Estado

A semana pré-carnaval termina com dados de inflação sendo divulgados tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Os investidores devem ficar atentos para o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) norte-americano de janeiro. Uma surpresa positiva pode vir caso se registre uma deflação menor que o esperado ou uma leve inflação, destaca a economista-chefe da corretora Link, Marianna Costa.

Ontem, o índice de inflação ao produtor (PPI) agradou ao mostrar que os preços avançaram 0,8% em janeiro, frente a dezembro, enquanto os especialistas esperavam que a elevação estacionasse em 0,3%. Isso é positivo porque pode indicar um movimento de reaquecimento da economia. A deflação, por sua vez, seria sinal de piora da situação econômica. “O processo de deflação é perigoso e difícil de combater”, afirma Marianna.

Internamente, sai hoje o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de fevereiro. Para Marianna, o indicador deve vir mais “salgado” que o do mês passado, que apontou inflação de 0,40% em janeiro. Esta sexta-feira é dia também de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar a taxa de desemprego de janeiro, que deve mostrar uma elevação, segundo Marianna.

Ontem, os dados de janeiro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho já mostrou que o mês terminou com perda de 101.748 vagas de trabalho formal. A perda foi menor que o previsto pelos analistas ouvidos pela Agência Estado, que estimavam saldo negativo entre 170 mil e 300 mil postos. Mesmo assim, o resultado de janeiro não pode ser classificado como positivo, pois tradicionalmente esse é um mês de geração de postos de trabalho.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Inflação recua em cinco capitais, mostra FGV

Em Salvador, IPC-S caiu à metade na segunda semana de fevereiro.
Queda também foi significativa em Belo Horizonte.
Fonte: G1
A inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) recuou em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na passagem da primeira para a segunda semana de fevereiro.

Em Salvador e Belo Horizonte, as taxas recuaram à metade da registrada na semana anterior. Na capital baiana, o indicador passou de1,21% para 0,60%. Na cidade mineira, queda foi de 0,41 ponto percentual, de 0,81% para 0,40%.

Os demais recuos foram verificados em Brasília (de 0,95% para 0,55%), Rio de Janeiro (de ,86% para 0,65%) e São Paulo (de 0,66% para 0,50%).

Na ponta contrária, a inflação em Porto Alegre passou de 0,92% para 0,96% - com isso, a capital gaúcha registrou a maior taxa entre as capitais pesquisadas. A inflação no Recife também teve uma alta discreta, passando de 0,83% para 0,84%.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Cai estimativa de analistas para inflação oficial em 2009

Fonte: Agência Brasil
Analistas do mercado financeiro reduziram a projeção para a inflação oficial neste ano. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,73% para 4,69%. Para 2010, no entanto, foi mantida a expectativa de 4,5%.

Os dados são do boletim Focus, publicação semanal do Banco Central elaborada com estimativas de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia.

A projeção para o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) caiu de 4,53% para 4,5% para este ano e foi mantida em 4,5% para 2010.

No mercado atacadista, a expectativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu de 4,63% para 4,57% e para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) subiu de 4,24% para 4,25%. Para 2010, a estimativa para os dois índices foi mantida em 4,5%.

Os analistas alteraram a projeção para os preços administrados em 2009 de 5% para 4,9% e mantiveram em 4,5% a do próximo ano. Os preços administrados referem-se aos valores cobrados por serviços monitorados (combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo e outros).

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Agenda da semana tem índices de inflação e emprego

Fonte: G1

A agenda econômica da semana será maior e mais diversificada que as anteriores. Além de índices de inflação habituais, também haverá divulgações relacionadas à atividade e aos setores externo e fiscal.

Amanhã, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) inicia a semana com a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) da segunda quadrissemana de fevereiro. Na primeira leitura do mês, o indicador apresentou variação de 0,81% ante elevação de 0,83% do fechamento de janeiro. A expectativa do mercado é de continuidade no processo de desaceleração para taxas ainda menores.

Pouco depois, o Banco Central trará a público mais uma pesquisa Focus, com as estimativas do mercado financeiro sobre as principais variáveis macroeconômicas do País. As alterações mais importantes do levantamento têm sido as ligadas à atividade e à taxa básica de juros, em sintonia com o novo quadro de desaceleração no crescimento da economia nacional.

Ainda na segunda-feira, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) anunciará o resultado parcial da balança comercial brasileira, referente à segunda semana de fevereiro. Na primeira semana do mês, o saldo da balança foi positivo em US$ 471 milhões, com um resultado de exportações de US$ 2,740 bilhões e importações de US$ 2,269 bilhões.

A manhã da terça-feira (17) concentra dois indicadores de inflação e um dado relacionado à atividade. Primeiro, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) trará a público o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da segunda quadrissemana de fevereiro. Na primeira medição do mês, o indicador paulistano avançou 0,49%. Em seguida, a FGV divulgará a segunda prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de fevereiro. No primeiro decêndio do mês, houve alta de 0,42%.

Também na manhã da terça-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciará a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC). Os resultados são ainda de dezembro e, por conta do sentimento relacionado à crise financeira global, há analistas que não descartam resultados fracos, apesar do impacto da sazonalidade.

A sexta-feira terá o anúncio de cinco dados importantes. Dois deles vêm do IBGE, às 9 horas: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo -15 (IPCA-15) de fevereiro e a taxa de desemprego de janeiro. No campo da inflação, boa parte do mercado financeiro trabalha com uma estimativa maior que a do resultado de 0,40% do IPCA-15 de janeiro, já que o indicador de fevereiro tende a captar os maiores impactos do grupo Educação. No campo do desemprego, uma taxa mais expressiva que a de 6,80% de dezembro também seria recebida com naturalidade, já que, além da sazonalidade do início de ano, o mercado de trabalho vem passando por um período de demissões.

Às 10h30, o Banco Central deve divulgar o resultado das contas externas de janeiro. O documento conta com os resultados das transações correntes do balanço de pagamentos e com o total de Investimento Estrangeiro Direto (IED) que ingressou no País. Em dezembro, o Brasil contou com um déficit em transações correntes de US$ 2,922 bilhões. Já o IED alcançou a marca expressiva de US$ 8,117 bilhões, que, conforme o próprio BC adiantou no mês passado, não deve ser repetida em janeiro.

A última divulgação da semana virá do Tesouro Nacional, que anunciará o resultado primário do Governo Central de janeiro - o horário não foi confirmado. O dado engloba os números do Tesouro Nacional, do Banco Central e INSS. Em dezembro, houve expressivo déficit de US$ 20,023 bilhões, que sofreu influência de fatores específicos. O primeiro foi que o último mês do ano costuma registrar um aumento dos gastos do governo em função justamente das despesas maiores com Previdência e 13º salário pago ao funcionalismo público. O segundo e mais importante teve ligação com a contabilidade do Fundo Soberano do Brasil (FSB) nas planilhas do Tesouro.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Após deflação recorde, IGP-10 sobe a 0,54% em fevereiro

Preços por atacado pesaram sobre o índice.
Para o consumidor, taxa teve pequena variação.
Fonte: G1

Influenciado pelos preços por atacado, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu em fevereiro, registrando variação de 0,54% no mês. A alta se segue à deflação recorde no mês anterior, quando o indicador ficou em –0,85%, na menor taxa da série, iniciada em julho de 2003.

Os preços por atacado, que haviam recuado em média 1,50% no mês anterior, pesaram sobre o índice em fevereiro, com variação de 0,52%.

No corte por origem, a maior influência de alta veio dos produtos agropecuários, que tiveram alta de 3,24%, ante taxa negativa de 1,56% no mês anterior. A taxa de produtos industriais também acelerou, mas permaneceu em território negativo, passando de –1,47% para –0,45%.

Preços ao consumidor

Já a taxa de inflação para o consumidor teve pequena variação na passagem de janeiro para fevereiro, de 0,62% para 0,64%. A alta veio dos grupos educação, leitura e recreação (de 1,22% para 2,78%) e despesas diversas (de 0,29% para 0,40%).

A aceleração destes grupos foi compensada por decréscimos em cinco das sete classes de despesa: alimentação (de 0,81% para 0,70%), habitação (de 0,29% para 0,28%), vestuário (de 0,40% para -0,37%), saúde e cuidados pessoais (de 0,62% para 0,45%) e transportes (de 0,83% para 0,55%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em fevereiro, taxa de variação de 0,43%, acima do resultado do mês anterior, de 0,17%. Os grupos materiais e mão-de-obra apresentaram acréscimos em suas taxas de variação, que passaram de 0,17% para 0,37% e de 0,00% para 0,39%, respectivamente. O grupo serviços apresentou redução em sua taxa de variação, de 1,05% para 1,02%.